quarta-feira, 5 de agosto de 2009

"Um líder é um vendedor de esperança." - Napoleão Bonaparte

Carismático, servidor, pragmático... Temos vários modelos empacotados para liderança. Acima disso, temos essa frequente corrida para liderar. Por que precisamos ser líderes? Essa força, que me parece de mercado, impulsionando todos a serem líderes, mesmo que seja “da sua vida”, quer que cheguemos onde?

Parece que somos conduzidos a uma competição. "Se você quer ser líder na sua equipe, dê o melhor de si, mostre o seu talento e ganhe o 'premio' de líder" - assim é o jogo.

Será que uma pessoal não pode apenas ser apenas liderada? Fazer o que gosta sem ter que orquestrar, incentivar, ensinar?

A questão do líder nato é passado, não vamos discutir isso. Mas, será que a vida de certas pessoas não contribui para que ela se sinta melhor liderando, mais confortável e natural que outras? Será que, sendo a liderança parte das suas habilidades naturais e não apenas trabalhada, forjada, imposta, esse líder não terá um desempenho mais razoável que o “feito na forma do mercado”?

A questão é: Por que queremos liderar? Porque terá destaque na organização, na sociedade? Porque ganha mais, as empresas pagam melhor e valorizam esse perfil? Ou o motivo é realmente querer conduzir pessoas a fazer o que tem que ser feito? Imputar esperança que, aquele objetivo, seja organizacional ou pessoal, deve ser alcançado?

Não exite, segundo algumas teses, o “cara que nasce para liderar”. Mas as vezes vejo crianças que, desde cedo, desempenham esse papel sem treinamento, regras, livros etc. É um atributo dela, uma habilidade natural.

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